quarta-feira, 30 de maio de 2012

Instalação de detectores de metais nas portas das escolas.

Segurança nas escolas públicas será discutida

O deputado Henrique Afonso (PV-AC), que sugeriu o debate, diz que é preciso soluções eficazes para evitar violência contra alunos

A Comissão de Educação e Cultura realizará audiência pública para discutir a segurança nas escolas públicas de educação básica. A data da audiência ainda não foi definida.

O deputado Henrique Afonso (PV-AC), que sugeriu o debate, diz que é preciso propor soluções eficazes para evitar que alunos e profissionais da educação sejam vítimas de violência nas escolas. Segundo o deputado, entre as medidas que serão discutidas está a instalação de detectores de metais nas portas das escolas.

Atualmente, tramita na Câmara o Projeto de Lei 496/11, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), que obriga as escolas públicas e privadas do País a instalar aparelhos de raio X para controlar a entrada de pessoas e objetos.

Serão convidados para a audiência representantes do Ministério da Educação, do Conselho Nacional de Educação, do Conselho Nacional de Secretários de Educação, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Ensino e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, além de especialistas na área da segurança.

Tábuas passam por um detector de metais, para identificar corpos estranhos, como pregos ou parafusos, que serão retirados.

  • Madeira de demolição é luxo só

  • Eduardo Alves
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A procura por móveis fabricados usando madeira de demolição como matéria-prima, aumentou muito nos últimos anos. O aspecto rústico desse tipo de material ganha muitos adeptos. São pessoas que procuram por um banco para a varanda, um jogo de mesa para a cozinha.

Pode ser também alguém interessado em um produto diferenciado para decoração, ou quem quer dar uma outra cara para a fachada da loja ou comércio. A aplicação da madeira de demolição é ampla e sempre existe a chance de surgir uma nova opção que caia no gosto de consumidores, decoradores e arquitetos.

Segundo João Paulo da Motta Palmas, da Fratoni Móveis, empresa que trabalha com móveis rústicos e planejados, "o que a pessoa imaginar dá para fazer utilizando a madeira de demolição. Eu costumo brincar com os clientes que o que eles tiverem de fotografia de móveis da casa da avó, é possível fazer e fica muito bonito", diz.
Douglas Marçal

Tábuas de Peroba Rosa, com mais de 30 anos de uso, são transformadas em móveis de requinte único
Ele conta que com a alta procura por móveis com esse tipo de material, os donos de terrenos com casas de madeira, que há tempos pagavam para empresas demolir as casas e se livrar das madeiras, hoje, cotam quais as empresas pagam mais por esse material, que virou sinônimo de móveis de luxo.

A procura é tanta que empresas dos Estados de São Paulo e Minas Gerais têm a região de Maringá como fonte de matéria-prima. "Tem muita madeira de demolição aqui. A cidade acabou de fazer 65 anos. Existem muitas casas de madeira com 50 anos, na média, e que as pessoas se desfazem delas para construírem casas de alvenaria", explica Palmas.
INVESTIMENTO

O preço de móveis fabricados
utilizando madeira de demolição
varia de acordo com os tipos de
acessórios que são incluídos na
peça. Vidro, pastilhas de
cerâmica e metal escovado com
aspecto envelhecido, são alguns
elementos que podem
incrementar cristaleiras, bancos
ou mesas, por exemplo.
Dependendo do tipo de
acessórios incluídos, o custo da
peça fica entre R$ 600 e R$ 800
o metro quadrado
Os tipos de madeira de demolição que mais se encontram na cidade, segundo Palmas, são Peroba Rosa, Pinho e Canafístula. Ele ressalta que entre estes tipos, a Peroba Rosa ainda é a mais procurada para fabricação de móveis rústicos. Para a confecção dos móveis existe a necessidade de beneficiar a madeira.

Esse processo caracteriza três tipos de móveis de madeira de demolição, os maquinados, com aspecto mais liso, o móvel rústico, com aspecto de podre, com veios da madeira mais intensos e visíveis e a madeira de policromia, que tem resquícios das pinturas que foram feitas no material ao longo do anos, enquanto a madeira ainda servia como parede de residências.

A procura das madeiras que vão se tornar objetos de sonho de consumo em lojas de móveis são por tábuas que tenham entre 30 e 40 anos de uso. "A exposição das madeiras nas casas, por mais de 30 anos, ao tempo, faz com que o sol e a chuva apodreçam a parte mais fraca da madeira, ficando só a parte mais forte", afirma Palmas.


Etapas do beneficiamento
A madeira de demolição que chega na marcenaria passa por algumas etapas até estar pronta para ser utilizada como matéria-prima na confecção de novos móveis. Primeiro, as tábuas passam por um detector de metais, para identificar corpos estranhos, como pregos ou parafusos, que serão retirados.

Em seguida, é definido o molde a ser utilizado no novo móvel, que pode ser rústico ou liso. No caso dos móveis rústicos, a madeira vai passar pela aplicação de produtos químicos para que os veios naturais da madeira possam ser ressaltados. Por último, a madeira de demolição é encaminhada para o corte da produção.

De acordo com Palmas, o que caracteriza a madeira de demolição e dá o charme necessário para que esse material ganhasse muitos admiradores é o peso da madeira, que é mais densa; marcas de prego e pequenas marcas de cupim, resultados dos anos de exposição da madeira.

"A madeira de demolição não é valorizada apenas pelo aspecto visual e da beleza do material, o que também valoriza é a questão do reaproveitamento, isso chama a atenção do cliente. A procura da sustentabilidade que nós vemos tanto em muitos segmentos, ganhou espaço nos móveis, reaproveitando materiais", destaca.

Aplicação de tecnologia nos presídios, como detectores de metal, câmeras e outros equipamentos

21 de Maio de 2012

HIDRA II: detentos transferidos ainda chefiam tráfico em celas

HIDRA II: detentos transferidos ainda chefiam tráfico em celas A Polícia Civil afirmou nesta segunda-feira (21) que detentos transferidos em março do presídio regional de Patos para a penitenicária de segurança máxima PB1, em João Pessoa, continuam chefiando o tráfico de drogas da cidade no Sertão. Segundo o delegado Cristiano Jacques, que coordenou a segunda etapa da Operação Hidra, auxiliares dos primeiros investigados presos ainda atuam na distribuição de entorpecentes na região, seguindo ordens que são repassadas pelos chefes de dentro das celas.

"Se descobriu que, mesmo com a prisão dos líderes, outras pessoas continuavam comercializando a droga. Os produtos apreendidos mostram todo o poderio da organização e o perigo que ela representa. Hoje, mesmo dentro do PB1, os presos continuam comandando o tráfico de drogas e a polícia mostrou isso ao judiciário, que expediu os mandados de prisão contra essas pessoas", explicou o delegado. saiba mais

Em resposta ao comentário, o secretário estadual de Administração Penitenciária, Washington França, explicou que está investindo em um programa de contenção qualificada com aplicação de tecnologia nos presídios, como detectores de metal, câmeras e outros equipamentos, além de ações de inteligência.

Segundo o tenente coronel Arnaldo Sobrinho, gerente do sistema penitenciário, os integrantes de organizações criminosas são monitorados com apoio das Polícias Militar, Civil e Federal, mas as informações provenientes dos serviços de inteligência não podem ser reveladas por motivos de segurança.

"Outras operações acontecerão e o sistema penitenciário estará sempre disposto a colaborar no que for possível. Quanto a possíveis desvios de conduta de servidores, estamos cortando na própria carne, mediante instauração de sindicâncias e inquéritos administrativos", explicou Sobrinho.


G1

Projeto quer multar bancos sem detector de metal


Projeto quer multar bancos sem detector de metal

Segundo o autor do projeto, as agências estão retirando o dispositivo em Marília, reduzindo a segurança Taís Iatecola
tais.iatecola@bomdiamarilia.com.br
A Câmara vota nesta segunda-feira (21) projeto de lei nº 20/2012, do vereador José Carlos Albuquerque (PPS), que obriga todas as instituições financeiras da cidade a instalarem portas automáticas com detectores de metais. Conforme justificativa do edil, alguns bancos vêm retirando o dispositivo, o que reduz drasticamente a segurança nesses locais. “Eles controlam o acesso e há dados estatísticos que comprovam sua eficácia na redução dos assaltos”, destaca Albuquerque.
Segundo o projeto, o não cumprimento do disposto na lei acarretará multa de R$ 2 mil na primeira ocorrência, R$ 5 mil na segunda e R$ 10 mil e suspensão por 60 dias do alvará de funcionamento na terceira infração. Na quarta ocorrência,  o projeto prevê a cassação definitiva da licença de funcionamento.
OUTRAS PROPOSTAS/ Além deste projeto, os vereadores apreciam mais três propostas. A primeira é de autoria do vereador Sydney Gobetti (PC do B), denominando Sebastião Merchó a rotatória existente no entroncamento das ruas Darcino Paes de Oliveira e Alim Chaia.
O segundo projeto, também de autoria de Gobetti, dispõe sobre a coleta de medicamentos vencidos por farmácias e drogarias de Marília. Os estabelecimentos deverão disponibilizar recipiente em local visível para recolhimentos dos remédios.
Já a terceira proposta, do vereador Herval Rosa Seabra (PSB), regulamenta a poda de árvores que prejudicam a fiação elétrica.

O quê significa sonhar com porta giratória?

O quê significa sonhar com porta giratória?

Sonhar com porta giratória significa que você deveria estabelecer metas ou programar melhor sua vida. A porta giratória no sonho simboliza uma espécie de rotina que não o levará a lugar algum. Se a porta giratória no seu sonho era em um banco ou assemelhado indica que precisa prestar mais atenção a suas finanças.

O represente do banco alegou que no momento, a instituição encontra dificuldades com o fornecedor de portas giratórias

Sindicato do Litoral Norte denuncia insegurança a diretor do Bradesco

11/05/2012 / 14:00:15 - Insegurança
O Sindicato dos Bancários do Litoral Norte teve reunião nesta quinta-feira (10) com o diretor regional do Bradesco, Francisco Assis da Silveira Junior, em Porto Alegre, para discutir a falta de segurança nas agências da base da entidade. O problema, denunciado pelo Sindicato nas últimas semanas, atinge principalmente as novas unidades, que não possuem porta giratória, câmeras de vigilância e número suficiente de vigilantes, ferindo a Lei Federal n° 7.102/83.
Durante a reunião, os dirigentes sindicais reiteraram ao diretor do Bradesco, que as cidades de Balneário Pinhal, Três Cachoeiras e Palmares do Sul possuem leis municipais, que obrigam a instalação da porta giratória de segurança.
O represente do banco alegou que no momento, a instituição encontra dificuldades com o fornecedor de portas giratórias, devido ao aumento da demanda pelo equipamento de segurança.
O Sindicato criticou a abertura de agências sem condições de segurança. “O banco diz que foram abertas 1.009 agências, mas este tipo de desculpa não justifica a situação de insegurança. O Bradesco deve abrir novas unidades somente quando estas tiverem estrutura adequada para prestar um atendimento seguro e de qualidade”, destaca o diretor do Sindicato dos Bancários do Litoral Norte, Jefferson Cougo.

“A segurança dos clientes, funcionários e todas as pessoas que frequentam o banco é de suma importância. A agência do Balneário Pinhal foi arrombada duas vezes em um período de sete meses. Deixamos claro que estamos cumprindo o nosso papel enquanto entidade sindical, e que de maneira alguma vamos nos omitir diante da situação”, explica a diretora Deise Menezes.
Os dirigentes sindicais também salientaram que o banco está ciente do descumprimento das leis municipais citadas anteriormente e que será notificado pelas prefeituras, Polícia Federal e o Ministério Público.
“É lamentável que o Bradesco não tenha uma solução imediata para um problema tão sério. O banco está tratando a situação com descaso, mesmo diante dos riscos de assaltos e outros ataques”, avaliam os dirigentes sindicais.
 

Secretário da Paraíba diz ser a favor de detectores de metal em escolas


19/04/2012 08h15 - Atualizado em 19/04/2012 09h33

Secretário da Paraíba diz ser a favor de detectores de metal em escolas

Cláudio Lima disse que detectores de metais ajudariam a coibir violência.
Três casos de porte de arma foram registrados nas últimas semanas.

Do G1 PB
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O secretário de Segurança Pública da Paraíba, Cláudio Lima, comentou nesta quinta-feira (19) em entrevista no Bom Dia Paraíba os recentes episódios de violência em escolas do estado. Ele disse ser favorável à implantação de detectores de metais nas unidades educacionais como forma de coibir a criminalidade, mas enfatizou que isso precisa ser amplamente discutido.
Na quarta-feira (18) dois fatos foram registrados em escolas em João Pessoa. No bairro do Bessa, um aluno foi flagrado com uma arma na Escola Municipal Chico Xavier. Já na Escola Estadual Olivina Olivia Carneiro da Cunha, no Centro, uma bomba foi detonada no banheiro. Na semana passada dois alunos da Escola Estadual Enéas Carvalho, em Santa Rita, entraram fardados e um deles disparou seis tiros e feriu três estudantes.
“Do ponto de vista da segurança, os detectores de metais têm eficiência sim. Agora há entendimentos contrários com relação à educação”, disse o secretário durante a entrevista à TV Cabo Branco. “É claro que isso é uma discussão ampla”, completou Cláudio Lima.
Um projeto solicitando a implantação de detectores de metais foi apresentado pelo deputado estadual Janduhy Carneiro (PPS) na Assembleia Legislativa. A matéria foi vetada pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), o veto acabou sendo derrubado pelos deputados, mas os detectores não foram implantados. “Não há como negar que os detectores têm eficiência em qualquer situação”, enfatizou o secretário.
Cláudio Lima destacou que está em articulação constante com as secretarias de Educação do estado e dos municípios para reduzir a violência nas escolas. “Durante a nossa gestão, a patrulha escolar foi reforçada e todas essas ações estão tendo resposta . A solução depende do esforço conjunto”, acrescentou.

Sancionada Lei que obriga bancos a instalarem portas com detector de metais

Sancionada Lei que obriga bancos a instalarem portas com detector de metais

Foto: Assessoria Câmara
Foto: Assessoria Câmara
Foi sancionada na última terça-feira (08), Lei de autoria da vereadora Tieza, que obriga agências bancárias de Araçatuba a instalarem em suas portas giratórias detector de metais.
O dispositivo é uma das ferramentas consideradas importantes por pessoas da área de segurança para inibir possíveis ações criminosas.
Além disso, a porta também é um instrumento para manter a disciplina entre os clientes ao entrarem na agência, principalmente no momento em que os bancos abrem as portas para iniciar o expediente, ocasião esta, que tem um fluxo maior de pessoas. “A porta giratória auxilia a disciplinar e ordenar a entrada e saída de pessoas, evitando com isso tumultos e maiores constrangimentos”, justificou a parlamentar em seu projeto.
A iniciativa também obriga os estabelecimentos bancários a terem uma porta auxiliar que garanta o acesso de pessoa portadora de deficiência, de marca-passo, obesa, gestante, idosa ou com dificuldade de locomoção.
 Clique na imagem abaixo e veja na íntegra a publicação da lei:

Câmara de Marília, SP, aprova lei que obriga porta giratória em bancos


25/05/2012 19h55 - Atualizado em 25/05/2012 20h09

Câmara de Marília, SP, aprova lei que obriga porta giratória em bancos

Equipamento provocou a abertura de ações na Justiça por constrangimento.
Febraban informou que com o detector houve redução de 82% nos assaltos.

Do G1 Bauru e Marília
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As portas giratórias na entrada das agências bancárias já tiraram o humor de muitos clientes. Alguns, revoltados com o excesso de exigência na segurança, entraram na Justiça com pedido de indenização e estão ganhando. Em Marília (SP), vereadores aprovaram uma lei que obriga a instalação do equipamento.
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo julgou cerca de mil ações de clientes que pediram reparação pelo constrangimento que passaram por causa das portas giratórias. O prejuízo gerado pelas indenizações, que em alguns casos chegam a R$ 15 mil, levou a Febraban a autorizar a retirada de todas as portas giratórias.
A existência das portas giratórias desagrada várias pessoas, mas, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraba) em 10 anos o equipamento ajudou a reduzir em 82% o número de assaltos nas agências bancárias: em 2000 foram 1.903 assaltos enquanto que em 2010, o índice caiu para 337, 82% a menos.
Na contra mão das mudanças, a Câmara de Marília aprovou uma lei que obriga as agências bancárias a manter a porta giratória. Já em algumas agências de Bauru e Itapetininga, as portas giratórias desapareceram.
Porta giratória foi retirada de alguns bancos em Bauru e Itapetininga (Foto: Reprodução/TV Tem)Porta giratória foi retirada de alguns bancos em Bauru e Itapetininga (Foto: Reprodução/TV Tem)
Tereza de Souza Ramos teve que tirar quase tudo de dentro da bolsa para conseguir entrar no banco. A porta giratória da agência só liberou a entrada depois que a dona de casa estava com a bolsa quase vazia. Outro que passou momentos de constrangimento foi Carlos Hélio ds Santos também já ficou “preso” na porta. Ele é torneiro mecânico e, pela profissão, precisa usar um sapato com bico de metal, o que muitas vezes dificulta a entrada dele nos bancos.
Em Marília, a agência que não cumprir a lei poderá perder o alvará de funcionamento e será multada em R$ 2 mil. A Febraban informou que a retirada das portas deve respeitar as leis municipais.
 

Enquanto projeto das portas giratórias adormece, assaltantes agem facilmente nas lotéricas da cidade

Enquanto projeto das portas giratórias adormece, assaltantes agem facilmente nas lotéricas da cidade


 Nesta semana, mais uma lotérica foi assaltada em pleno centro da cidade e em horário de pico. Dois homens armados e escondendo o rosto parcialmente levaram dinheiro do local e ainda agrediram uma funcionária. Esta ocorrência é comum, na média de dois casos por mês. As lotéricas são estabelecimentos que movimentam grandes somas, mas não oferecem qualquer dificuldade para uma ação criminosa. Os ladrões entram livremente pela porta da frente, sem qualquer tipo de obstáculo e praticam o crime. 


Há dois anos tramita na Câmara Municipal um projeto, de autoria do vereador Paulo Neckle, que torna obrigatória as lotéricas instalarem portas giratórias com detector de metais. Porém, mesmo com a insegurança, os comerciantes alegam alto custos para não adotar a medida. Segundo o vereador Paulo Neckle, no caso da Caixa, muitos benefícios são oferecidos e não há por que os proprietários não realizarem o investimento imediatamente, antes que algo pior aconteça.


 diz ter solicitado mais uma reunião para a próxima semana, entre representantes da Caixa, do Banrisul e das agências lotéricas. O vereador diz que não gostaria de ter que aprovar a lei na marra e o melhor seria um consenso, pela segurança das pessoas de bem.

Câmara fiscaliza bancos na região central de Maceió

Câmara fiscaliza bancos na região central de Maceió

De quatro agências bancárias visitadas apenas uma cumpre com o que diz a lei, em prol da segurança pública
28/05/2012 16:20
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Assessoria
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“Um desrespeito ao cidadão”! Esta foi a conclusão a qual chegaram os membros da comissão formada por vereadores de Maceió para fiscalizar os bancos que descumprem as leis municipais de nº 5.516/2006 e 5.891/2010. A inspeção foi realizada na manhã desta segunda-feira (28) e fiscalizou quatro agências bancárias da região do Centro, das quais apenas uma cumpre fielmente com o que diz a legislação do município.
Participaram da ação o presidente da Câmara Municipal de Maceió, Galba Novaes (PRB), os parlamentares Ricardo Barbosa (PT) e Heloísa Helena (PSOL), além de integrantes do Sindicato dos Bancários de Alagoas. Durante a inspeção, o grupo visitou a agência do Livramento, do Banco do Brasil, a agência Maceió-Centro, do Banco Bradesco e as agências da Rua do Sol, dos bancos Santander e Itaú.
Autor da lei de nº 5.891/10, que versa sobre a obrigatoriedade da instalação de painéis opacos entre os caixas e os clientes em espera, nas agências bancárias, o vereador Galba Novaes destacou a importância da ação realizada nesta manhã. “Além da lei de minha autoria, ainda estamos verificado a efetivação das leis de número 5.516/06 e 6.048/11, que versam sobre o tempo máximo de espera na fila e sobre a proibição do uso de equipamentos de comunicação no interior das agências, respectivamente. Estas são medidas efetivas que certamente, se adotadas, iriam contribuir de forma significativa para a coibição dos assaltos chamados saidinha de banco” – explicou.
Conforme a fiscalização realizada pela comissão, apenas a agência do Banco do Brasil recebeu o certificado de cumprimento das leis. “Esta, até então, foi a única agência que aderiu às normas de segurança previstas pela legislação de Maceió. É um absurdo que as demais agências se neguem a investir valores irrisórios, se comparado aos milhões e milhões que elas movimentam mensalmente, para investir na segurança do consumidor” – protestou Novaes.
Duas das visitas realizadas nesta segunda-feira deixaram a comissão surpresa com a “falta de compromisso das agências bancárias”. “Nas agências dos bancos Itaú e Bradesco sequer encontramos portas com detector de metais. Qualquer pessoa pode entrar aqui armada. Há quinze dias houve uma tentativa de assassinato em uma saidinha de banco, na agência Itaú. A situação se torna ainda mais crítica, pois, nela, sequer as câmeras de segurança estão instaladas” – criticou o vereador Ricardo Barbosa.
Para o presidente do Sindicato dos Bancários, Jairo França, a realidade de Maceió é uma vergonha. “É vergonhoso saber que o capital está acima da lei. A população tem que se unir, acreditar na lei e começar a denunciar os bancos que a descumprem, senão, nem o consumidor nem os funcionários dos bancos, estarão seguros” – destacou Jairo.
Também a vereadora Heloisa Helena mostrou sua indignação quanto aos fatos constatados. “A população não pode ser desrespeitada desta forma. É inadmissível que o valor da vida esteja abaixo do bem material. Esta comissão continuará com a fiscalização e irá responsabilizar cada agência que insistir no descumprimento da lei” – disse.

Próximas inspeções

As fiscalizações irão seguir na próxima segunda-feira (4), nas demais agências bancárias da cidade de Maceió. As agências notificadas nesta manhã receberam um prazo de trinta dias para se adequar à legislação. Passado o referido prazo, a comissão voltará a inspecionar o local, acompanhada de integrantes da Superintendência Municipal de Controle e Convívio Urbano (SMCCU), que multará, em um salário mínimo por dia, as instituições bancárias que ainda estiverem descumprindo a lei.